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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Desordem

  Não faço a menor ideia de como começar qualquer coisa.. sei lá.
Como se estivesse, e estou no fim do ciclo. A  humilhante vida, não tenho pra onde ir, com quem ir também não faço a menor ideia de como..
  Todos e todos os teus planos, que embora esperasse estar, que, de nenhuma maneira me adéquo. Inspira oxigênio conforta conforme guarda gás carbônico, indus.
  O que torra a grana que não tenho pra sumir desse lugar repugnante..
Estou literalmente nadando no estrume, solitária.

sábado, 4 de janeiro de 2014


Ué  01:03
Ta um sufoco! Até porque café acabou, e a cidade está nas traças, boas pessoas levando seus cães ao passeio matinal.. E a porra da vida com uma placa gigantesca "INTERDITADO" novamente, parada perante a sociedade, usurpada a suposta legião respirável.
Vou gritar com as flores, quem sabe consiga me identificar com a irresponsável Ramona ou o nome dela é Natasha? Não aceitou se tornar outra Fátima.
 Perdi a força de vontade.. esse negocio de oi e pensar em algum assunto em comum rápido piadas, meteorologia, astrologia, filosofia? Sempre recorro musica, e, me cansa, atormenta, fico vermelha extremamente bizarra.
Sempre quis, meu bem eu sofro do mal do século me mostre alguma forma paz pois essa solidão nada conforta.


É uma sensação parecida com.. estar com a garganta inflamada,  incomoda mas é inútil pois de maneira alguma vai acabar com a sua existência muito menos prolongar a mesma..
Com-pareço comigo o lamento. Já não tenho colegas pra conversar, distrair e estagnar as perguntas na parede.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Alasca

“Se ao menos conseguíssemos enxergar a infinita cadeia de consequências que resulta nossas pequenas decisões. Mas só percebemos tarde de mais, quando perceber é inútil.”